Disse-o em jeito de brincadeira, mas tem a sua percentagem de verdade.
Sinceramente, dou muito valor e importância à Taça da Liga!
E gostava de ver os jogadores que entrarem em campo no domingo, no covil dos corruptos, a darem tudo o que têm e não têm para nos dar a passagem a mais uma final!
Não me importava nada de continuar a ver os rivais a espumarem da boca por não terem nenhuma destas nas suas despensas...dizem que não querem para nada, mas lutam até às últimas instâncias na secretaria até para poderem tocar-lhe!
Estive em todas as finais que disputámos desta competição. Tive a sorte e felicidade de sorrir e comemorar essas quatro...duas contra os rivais diretos, qual delas a melhor!
Este ano, esta será a última possibilidade dos nossos rivais poderem festejar o que quer que seja...e a última hipótese de nos poderem bater o pé!
Em ano que queremos de Glória e total satisfação para apagar o ano passado...este é um que também não queria deixar fugir!
Sim, sei que é entre jogos da Liga Europa...a prioridade absoluta nesta altura...e sim, sei que com as lesões já não vamos tendo tantas opções para rotação em totais condições como desejaríamos...mas acredito nos nossos campeões...!!! Este domingo...vençam no terreno onde vos falta vencer!
Dia 7 Maio, pelas 20h30...em Leiria...está marcada mais uma final... Agarrem-na, campeões!!!
De Benfiquistas para Benfiquistas! Com muito Orgulho! Com muito Amor!
quarta-feira, 23 de abril de 2014
terça-feira, 22 de abril de 2014
Mais um lesionado???
Gaitán em dúvida
Problemas físicos colocam, neste momento, em risco a utilização do extremo argentino na receção de quinta-feira à Juventus
Gaitán pode aumentar o leque de indisponíveis do Benfica para a receção de quinta-feira (20h05) à Juventus, a contar para a primeira-mão das meias-finais da Liga Europa. De acordo com a Antena 1, o extremo argentino está em dúvida devido a problemas físicos.
De fora, ficarão Sílvio e Salvio, enquanto Luisão, Fejsa e Rúben Amorim permanecem em dúvida.
O Benfica volta a treinar na tarde desta terça-feira, às 17h00.
Fonte: Jornal O Jogo
Segundo clube da Europa com mais títulos de campeão nacional
O 33.º título de campeão nacional, conquistado no domingo pelo Benfica, deixa os "encarnados" à frente de Real Madrid e Ajax em número de Ligas amealhadas. De resto, entre os principais campeonatos europeus, só o Olympiacos supera as "águias" nesta contabilidade particular.
Real Madrid e Ajax estão praticamente em pé de igualdade. Somam ambos 32 campeonatos (de Espanha e Holanda, respectivamente) e estão os dois em condições de conquistar mais um título ainda em 2013-14. A equipa de Amesterdão é a mais bem colocada, já que lhe basta um empate frente ao Heracles Almelo, no dia 27 de Abril, para se sagrar tetracampeã. Já os "merengues", que têm um jogo em atraso, terão de vencer os seus jogos e esperar por uma escorregadela do Atlético de Madrid.
Se conseguirem triunfar nos respectivos países, Real Madrid e Ajax igualarão os 33 troféus do Benfica, que só é ultrapassado pelos 41 títulos do Olympiacos, rei e senhor da Liga Grega.
Entre as restantes Ligas de maior peso na Europa, a Juventus - adversário do Benfica na Liga Europa, na quinta-feira - venceu 29 campeonatos de Itália, o Bayern Munique impôs-se 24 vezes na Alemanha, o Spartak Moscovo dominou 21 vezes na URSS/Rússia, o Manchester United reinou 20 vezes em Inglaterra, o Galatasaray 19 na Turquia, enquanto Marselha e Saint-Étienne alcançaram 10 triunfos cada em França.
Lista dos principais campeões na Europa
Olympiacos (Grécia): 41 títulos
Benfica (Portugal): 33
Real Madrid (Espanha): 32
Ajax (Holanda): 32
Juventus (Itália): 29
Spartak Moscovo (Rússia): 21
Manchester United (Inglaterra): 20
Galatasaray (Turquia): 19
Marselha e Saint-Étienne (França): 10
Fonte: Jornal Público
Jogadores chave
Já falámos aqui no blog dos Momentos Chave deste campeonato e aflorámos quais seriam os Jogadores Chave. Nomeámos o Enzo, o Rodrigo, o Nico e o Luisão.
O jornal Público deve ter lido o que escrevemos e aprofunda a análise dos jogadores chave, a que chamou "As cinco figuras do título". Acrescentou aos nossos Fabulous Four o sérvio Markovic, que na minha opinião ainda pode evoluir muito, especialmente taticamente. Acaba a época em queda física, mas em determinada altura estava em grande enquanto que o resto da equipa estava enferrujada, pelo que merece a nomeação pela sangue novo e irreverência que trouxe à equipa.
Foram muitos os jogadores que alinharam pelo Benfica nos jogos deste campeonato, mas alguns foram mais importantes do que outros na conquista do título. O PÚBLICO elegeu uma mão cheia deles.
Luisão
Jogos 27; Titular 27; Suplente 0; Minutos 2423; Assistências para golo 0; Golos 1
A 11.ª temporada de Luisão de águia ao peito foi uma das mais bem conseguidas desde que o brasileiro chegou à Luz. Aos 33 anos, o capitão do Benfica, muitas vezes descrito por Jorge Jesus como a extensão do treinador dentro do relvado, voltou a ser o líder de uma defesa que começou com o pé esquerdo mas que, paulatinamente, foi encontrando o seu caminho e conseguiu uma série de cinco jornadas sem sofrer golos. Mesmo no registo de alternância promovido pelo técnico entre jogos do campeonato e da UEFA, Luisão foi sempre um pilar inamovível, formando com Garay provavelmente a melhor dupla de centrais da Liga portuguesa. Em 26 jornadas, viu apenas três cartões amarelos, uma proeza para um jogador com as suas características, e já coleccionou partidas suficientes para entrar no top 10 dos futebolistas com mais jogos na história do Benfica (soma já 412, menos sete do que Cavém, o nono da lista, e só termina o contrato em 2016).
Enzo Pérez
Jogos 26; Titular 26; Suplente 0; Minutos 2248; Assistências para golo 5; Golos 3
É, indiscutivelmente, o dínamo que mantém a equipa sempre ligada ao jogo. Em 2012-13 afirmou-se como um titular absoluto no meio-campo “encarnado” (curiosamente numa posição diferente da que desempenhava no Estudiantes, onde era uma referência na ala direita) e nesta temporada manteve intocável o estatuto de um dos mais influentes jogadores do Benfica. Trabalhador incansável, lúcido nas tarefas defensivas e fundamental na fase de transição ofensiva, com um transporte de bola que nenhum outro elemento assegura no plantel, Enzo Pérez foi uma das peças imprescindíveis para a estratégia montada por Jorge Jesus. Determinante na cobrança de bolas paradas (quatro das suas cinco assistências para golo nasceram de pontapés de canto), o argentino, cuja condição física foi sempre gerida com pinças, falhou apenas os jogos da 13.ª e 19.ª jornadas por castigo.
Lazar Markovic
Jogos 25; Titular 19; Suplente 6; Minutos 1630; Assistências para golo 5; Golos 5
Aquele lance quase de Playstation que deu ao Benfica o golo do empate em Alvalade, no jogo da 3.ª jornada, mostrou aos adeptos portugueses a dimensão do talento deste sérvio de 20 anos. Intratável com a bola no pé, Markovic alia a uma técnica apuradíssima uma velocidade alucinante, que fazem dele um dos elementos mais desequilibradores do campeonato (a arrancada que está na origem do primeiro golo dos “encarnados” frente ao FC Porto, na 15.ª jornada, é outro exemplo evidente). Chegou à Luz com a cultura de jogo das escolas do Partizan, muito virado para o ataque, mas cedo aprendeu com Jorge Jesus que o equilíbrio dinâmico do colectivo se sobrepõe às aventuras individuais. A partir daí, tornou-se mais solidário, mais empenhado nos diferentes momentos do jogo, mas sem nunca perder de vista a baliza adversária. Pelos valores envolvidos e pela mais-valia desportiva que trouxe ao plantel, foi a grande contratação da temporada.
Nico Gaitán
Jogos 25; Titular 24; Suplente 1; Minutos 2052; Assistências para golo 7; Golos 4
A quarta temporada do argentino na Luz tem sido a mais brilhante desde que chegou à Europa. Mesmo no arranque da época, quando a equipa ainda jogava aos solavancos, Gaitán já mostrava uma condição física acima da média, que viria a manter durante os meses seguintes. Dono de uma visão de jogo invulgar e de um pé esquerdo magistral, o número 20 do Benfica alinhou quase sempre na faixa esquerda, ora explorando o corredor em profundidade, ora rompendo em diagonais que desconsertavam os adversários. Não é por acaso que é o elemento do plantel com mais assistências bem sucedidas. Ainda assim, foi o golo apontado ao Belenenses, na 21.ª jornada (um "chapéu" de longa distância num terreno muito pesado), um dos pontos altos da temporada e o espelho do virtuosismo de um daqueles jogadores que ajudam a encher os estádios.
Rodrigo
Jogos 26; Titular 22; Suplente 4; Minutos 1204; Assistências para golo 6; Golos 11
O hispano-brasileiro tem muitas virtudes e uma delas é a paciência. Em Lisboa desde 2010-11, com um empréstimo ao Bolton pelo meio, soube esperar pela oportunidade e agarrá-la com as duas mãos. No início da temporada, com o bom início de Cardozo, a vaga de Rodrigo no ataque continuava ameaçada, mas graças à lesão do paraguaio e à aposta de Jesus num sistema com dois avançados móveis, o internacional sub-21 espanhol foi conquistando espaço. Rápido como poucos e imprevisível nas movimentações, é fundamental a abrir brechas na defesa adversária e faz com Lima uma dupla muito versátil. O golo apontado ao FC Porto, na 15.ª jornada, e especialmente aquele que marcou ao Nacional, na 23.ª (um remate de fora da área ao ângulo superior da baliza), estarão seguramente entre os melhores momentos da época do avançado de 23 anos cujo passe foi já vendido no encerramento do mercado de Inverno.
Fonte: Jornal Público
Comboio encarnado
Acho uma excelente ideia! Os adeptos benfiquistas que vêm de todo o país estão a ganhar o hábito de vir de comboio para os jogos.
Um acordo entre o Benfica e a CP permite que muitos adeptos cheguem confortavelmente de comboio a Lisboa, com direito a transfer em autocarro para o Estádio da Luz, por um preço muito acessível.
Todos os utilizadores se mostram muito satisfeitos e a única reclamação é não chegar a todo o país, problema que só a CP pode resolver.
Ir ao futebol de comboio tornou-se moda para milhares benfiquistas, desde que o clube e a CP se entenderam para montar uma oferta de “comboios especiais” que trazem os adeptos de vários pontos do país directamente para a estação de Benfica. O PÚBLICO acompanhou neste domingo, entre Braga e Benfica, um destes comboios fretados, cujos passageiros descobriram na própria viagem uma antecipação e um prolongamento da própria festa do estádio.
“É mais confortável, é mais barato e não é tão cansativo. Isto de comboio é muito melhor. Olhe eu autocarro nunca mais. E na quarta-feira venho outra vez”. Helder Matos, 34 anos, embarcou em Vila Nova Gaia e bebe umas cervejas com dois amigos que vieram também de Gaia e outro de Espinho. Os três alinham no mesmo discurso: “isto é muito melhor porque a malta pode andar e conviver, sempre vai ao bar e à casa de banho. E chegada aquela hora de partir, é certinho. Se fosse de autocarro anda tínhamos que estar à espera dos que faltam”.
São 11h45 e o comboio do Benfica, que saiu de Braga às 9h04, acaba de arrancar da estação de Pombal, onde deixou passageiros em terra porque já vai lotado. Nada de grave. Atrás desta composição, formada por uma locomotiva e seis carruagens, segue um comboio de desdobramento que vai recolhendo quem já não cabe neste.
Atravessa-se a composição de ponta a ponta e, se é certo que há grupos ruidosos que vão antecipando a festa de logo à noite, há carruagens onde a única coisa que as distingue das de um vulgar Intercidades são os passageiros vestidos de vermelho. Grupos de amigos, casais de todas as idades, famílias inteiras, vão sentadas a conversar calmamente, a dormitar, a ler jornais, a brincar com tablets, telemóveis ou portáteis.
O revisor do comboio vai controlando os bilhetes com a ajuda de um colega, também revisor, mas que hoje viaja como passageiro, “com bilhete pago à Casa do Benfica”, como faz questão de explicar. Rui Moreira, que já várias vezes fez esta viagem com a farda vestida, em serviço, diz que nunca houve problemas e que as viagens de comboio estão a recuperar o velho hábito de as famílias virem à bola como o faziam antigamente. Uma opinião corroborada por vários passageiros com quem o PÚBLICO falou e que sublinham que “isto não é um comboio das claques”.
José Rocha, 38 anos, vem de Campanhã. Viaja sozinho, mas leva crianças ao colo, brinca, bebe umas cervejas e anima um pequeno grupo de amigos, habitués desta viagem. “Isto é mais confortável e é melhor do que as camionetas. Já é a quinta vez que venho. Isto é como uma família!”.
A viagem do Porto a Benfica ida e volta, com direito a transfer em autocarro para o Estádio da Luz, custa-lhe 15 euros. Um Intercidades normal entre Campanhã e Santa Apolónia custa 35,90 euros. Os bilhetes são exclusivamente vendidos pelas Casas do Benfica e têm preços distintos para o público geral, para os sócios da Casa do Benfica ou os do próprio clube e – os mais baratos – para os sócios de ambos.
Miguel Nunes, 40 anos, vem de Ermesinde e pagou 17,50 euros. É a primeira vez que vem à bola de comboio e deixou-se seduzir pelo preço. “O preço é o factor aliciante e tem a vantagem de ter o autocarro para o estádio da Luz”, diz. Mas tem uma queixa: “É um bocado cedo de mais porque chegamos à uma e tal e o jogo é só às seis. É como as excursões [de autocarro] em que eu deixei de ir porque demoravam o dia inteiro”.
Mas também há quem se queixe da hora de regresso porque às 22h00 a festa vai estar no auge e vão ter que apanhar o comboio. “Devia ser lá para as 2h00 ou 3h00 da manhã”, diz Rui Lopes, de Vila Nova de Gaia.
Jorge Jacinto, director das Casas do Benfica e o principal interlocutor destes comboios especiais junto da CP, diz que este horário está bem “porque assim ainda chegam a tempo de festejar nas rotundas das suas terras”. Além de que amanhã é dia de trabalho e há quem queira chegar cedo a casa.
O bar deste Intercidades vai animado. Abrem-se farnéis, comem-se rissóis, croquetes, frango assado, abrem-se geleiras com cerveja e vinho. Rosa Vieira, a funcionária do bar, diz que neste tipo de comboios não parece mal que os clientes se refastelem com a sua própria comida nas mesas da carruagem-bar. De resto, não faltam pedidos de sandes e cervejas, sendo que o bar chega sempre esgotado ao destino. “Aqui só não sobra a água”, grita um adepto mais excitado.
Rosa Vieira mostra um vídeo no seu telemóvel onde se vê um grupo a cantar e a saltar numa viagem anterior. “Isto é sempre assim, mas há um grupo muito animado que costuma entrar na Curia e hoje veio no comboio que vem atrás deste”.
Fonte: Jornal Público
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Diferenças? Maturidade.
O número mágico #33…iguala a idade que eu tenho…e a idade que
a minha bandeira tem!
Mas acima de tudo…a minha filhota que nem 1 ano tem ainda…já
se sagrou campeã nacional!
Este foi ainda com maior emoção por isso mesmo…as lágrimas…são
para ti. O escudo é nosso filhota!!!
Os festejos, vendo as fotos posso dizer claramente que estou
bastante mais maduro do que há 4 anos atrás. Um homem feito, com juízo na
cabeça como a minha mãe tanto desejou… :)
Ora vejamos:
2010
2014
Ups…o CAMPEÃO VOLTOUUUUUUU!!!!!!!!!!!!!!
Maturidade, isso sim, vimos na equipa, jogadores e técnicos, pois este ano demonstraram que aprenderam com os erros do passado. E só assim não deixaram escapar o escudo!
O título voltou para onde pertence!!! E muito graças a estes momentos chave!
E não deixa de ser curioso...ter sido em dia de Páscoa que nos sagramos campeões, com JJ ao comando...o 33º título, curiosamente a idade que tinha Jesus quando morreu!!!
PS –
Tou a cair para o lado, crónica só lá para 4ª feira…agora quero ir continuar a
festejar para depois começar a pensar na Liga Europa!
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