Quase que houve taça! Esta é a expressão usada sempre que um clube grande é afastado da 2ª competição mais importante a nível nacional. Quase, mas não houve. Lá mais para o norte, aí sim, houve taça. Mas isso não nos interessa...
A figura do encontro na Covilhã, com 3 golos, foi indiscutivelmente, Jonas. O tal jogador que veio das sobras do Valência começa já a mostrar serviço e a calar algumas vozes desconfiadas (entre as quais, a minha) que se levantaram no momento da sua contratação...
Emoção, golos, erros, estreias, grandes pormenores, houve de tudo.
O segundo destaque vai, como não podia deixar de ser, para o puto de 17 anos de seu nome Gonçalo Guedes. Aproveitou bem a lesão do Ola João, pegou no jogo, procurou a bola, rematou e, no final até poderia ter marcado. Seria uma estreia em grande.Benito desiludiu um pouco, Tiago continua sem se impor neste esquema, sendo quase sempre algo inconsequente. Derley foi o jogador do costume, útil, lutador na luta contra as defesas contrárias.
Almeida foi o que costuma ser. Pizzi mostrou que a jogar mais a frente (8) pode ser muito útil, embora ainda não seja um Enzo. Cristante tem dificuldade em definir o seu jogo na posição 6, embora tenha subido de produção no segundo tempo, além muito boa assistência para o 2º do Jonas.
Podia ter corrido melhor, sobretudo podia ter sido um jogo mais tranquilo. JJ inventou um pouco, mas do outro lado estava o Covilhã. O Benfica tem a obrigação, o dever, a moral de vencer estes tipo de equipas sem qualquer jogador da equipa titular. Vencemos. Venha o próximo.
A crónica mais emotiva do jogo será feita pelo escriba Djeiti, já que esteve in loco a viver todas as emoções e incidências do encontro :)

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