sábado, 5 de outubro de 2013

O cerco aperta...!

O cerco aperta ao JJ... As exibições não são convicentes, os jogadores não dão o litro (salvo algumas excepções) e não suam as camisolas e, já se sabe, a corda parte sempre pelo lado mais fraco, ou seja, o treinador.
Durante muito tempo fui defensor da continuidade do JJ à frente da equipa técnica. Porque vi a equipa melhorar a olhos vistos em termos de exibições e competitividade, porque vi a equipa jogar 3x mais que a equipa do Quique Flores, porque vi a equipa chegar a uma meia final europeia e a outra final, por todos os motivos que conhecemos...
Mas, parece-me, que o fim da linha chegou para o JJ. Obrigado por tudo o que deste ao SLB, mas neste momento deixaste de parte da solução para ser O problema.
No entanto, acho que o maior culpado pela sua continuidade é o Presidente. Se, no meu trabalho, durante 4 anos faço constantemente os mesmos erros, se não aprendo com eles e repito-os, o maior culpado não sou eu, mas o meu chefe, que não me chama a atenção ou, em última análise, não me despede.

Este texto expressa tudo aquilo que eu penso:
http://ontemvi-tenoestadiodaluz.blogspot.pt/2013/10/orgulho-em-ser-ignorante.html
Vale a pena ler.

E para aumentar a pressão, A Bola na edição de hoje vem colocar mais achas para a fogueira com uma interveção do vice José Eduardo Moniz que toca com o dedo em algumas feridas:

«O técnico do Benfica será o primeiro a ter interesse em analisar devidamente a situação e em perceber os efeitos daquilo que está a acontecer. É momento de trabalhar, manter a cabeça no lugar e olhar em frente».

«Jorge Jesus é o treinador e tem a responsabilidade de conduzir as equipas para a vitória, enquanto o presidente e outros elementos vão saber atuar nas devidas circunstâncias. Jesus saberá analisar o impacto do seu trabalho e tirará as conclusões que achar pertinentes»

«A equipa já devia estar com um nível exibicional e competitivo diferente», mas garante que não se revê nos que «descreem, desistem ou abandonam o barco perante as dificuldades», sublinhando que «o Benfica tem bons jogadores mas tardam em encontrar-se para se colocar ao nível exibicional do ano passado», daí que o primeiro objetivo para esta jornada passe por «ganhar ao Estoril a jogar bem ou mesmo sem jogar bem», lembrando que «ambição e atitude não podem faltar, porque quando entra em campo o Benfica tem de competir para ser primeiro».

2 comentários:

  1. patriarca disse:


    Com os jogadores que o Benfica tem tido nos últimos anos, qualquer outro treinador fazia uma Equipa muito melhor e ganhava títulos, mas com o Jorge Jesus jamais ganhamos algo de relevo e a época passada foi mais uma em que o JJ demonstrou de facto o fraquíssimo que ele é como treinador. Também é verdade que o SISTEMA tem atuado mais e "melhor" que nunca, mas a verdade é que com a qualidade dos jogadores que o Benfica teve e tem o JJ tem a obrigação e o dever de fazer melhor e ele não consegue, porque não tem qualidade para tal e depois com os dois factores contra é o que se vê, no final ganham os outros.

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  2. O Jorge Jesus certamente dos últimos treinadores foi o único capaz de ter um rendimento superior ao F.C. Porto NAQUILO QUE DEPENDE OBJETIVAMENTE DE UM TREINADOR.

    Será que algum outro treinador, mesmo os grandes Mourinho ou Guardiola seriam capazes de reverte os 22 pontos que o F.C. Porto acrescentou a mais diretamente com as decisões arbitrais e assim conseguir mais títulos para o Benfica nestes últimos 4 anos?

    Quando somamos todos os pontos "limpos" das decisões arbitrais, ou seja aqueles que foram CONQUISTADOS SEM NENHUMA INFLUÊNCIA DIRETA DE UM ÚLTIMO GOLO DE PENALTI E ANTES DE UMA EXPULSÃO, NOS 120 JOGOS O BENFICA TERIA CONQUISTADO 279 PONTOS E O F.C. PORTO 277 PONTOS DOS 360 POSSÍVEIS.

    Deixo aqui alguns dados estatísticos que deve conhecer para compreender as condições em que se disputa o titulo de modo a conhecerem a principal razão pela qual Jorge Jesus não ganhou mais títulos:

    - Nas condições regulamentares 11 contra 11 e sem o efeito direto de um último golo de penalti o Benfica e o F.C. Porto nos últimos 4 épocas tiveram um rendimento desportivo tão superior aos seus adversários no campeonato português ao ponto de terem conseguido conquistar pelo seu próprio mérito 77% dos pontos em disputa nos 120 jogos, ou seja 279 pontos e 277 pontos respetivamente. Dificilmente algum outro treinador conseguirá alguma vez acumular mais de 84% dos pontos em disputa em 120 jogos sem o efeito de pontos acrescentado diretamente com influência arbitral.

    - Infelizmente para o Jorge Jesus o seu rival beneficiou mais das decisões arbitrais que diretamente deram pontos, de tal forma que acabou acrescentado diretamente com as decisões arbitrais (penalti e expulsões) mais 22 pontos que o Benfica. Como facilmente se compreende os pontos acrescentados com um último golo de penalti e em superioridade numérica dependem diretamente duma decisão arbitral, e claramente o Jorge jesus não consegue ter qualquer influência nesta enorme diferença, dai que não deva ser responsabilizado por ter feito menos 22 pontos com influência arbitral que o seu rival. Essa responsabilidade indiscutivelmente só pode ser imputada a arbitragem, pois é uma diferença demasiado grande entre duas equipas que revelaram competências muito iguais em conquistar pontos independentes da influência arbitral, ou seja, se não houvessem alterações pontuais diretamente dependentes de decisões arbitrais.


    O rendimento das equipas no nosso campeonato é altamente influenciado pelas decisões arbitrais relevantes (Penalti e Expulsões). NESTAS ÚLTIMAS 4 ÉPOCAS OFICIALMENTE O BENFICA ACABOU ACUMULANDO 285 PONTOS, OU SEJA 2,1% DOS SEUS PONTOS GANHOS ESTÃO DIRETAMENTE DEPENDENTES DUMA DECISÃO ARBITRAL ENQUANTO QUE O F.C. PORTO ACABOU ACUMULANDO 305 PONTOS, OU SEJA 9,2% DOS SEUS PONTOS ESTÃO DIRETAMENTE DEPENDENTES DUMA DECISÃO ARBITRAL.

    Podem consultar estes e outros dados estatísticos reveladores no Blog: http://influenciaarbitral.blogspot.pt/

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